Bruxaria Sem Dogmas: Coisas regidas por Júpiter, novos sigilos e técnicas de sigilação.

quinta-feira, 29 de março de 2018

Coisas regidas por Júpiter, novos sigilos e técnicas de sigilação.


Coisas regidas por Júpiter, novos sigilos e técnicas de sigilação.



Antes de começarmos, temos já publicados muitas coisas regidas por Júpiter e a técnica primária e basal de sigilação.

Quais coisas são regidas por Júpiter:

Sigilos usando quadrado mágico de Júpiter, técnica basal:

Se você estiver realizando um trabalho sob a influência de júpiter, ou para obter um favor do astro, você deverá realizar esse trabalho com um clima de devoção.



O dedo de Júpiter é o dedo indicador:



Terpsícore é a musa da dança. Representada sentada com uma lira. É também mãe das sereias, cujo pai era o rio Aqueloo.



Os anjos cabalísticos são organizados em 9 coros contendo 8 anjos em cada coro. 9x8= 72. Cada coro tem um príncipe ou arcanjo que o governa. Uso o termo príncipe para não confundir, pois um dos coros é denominado Arcanjos.



Sobre esses 72 anjos, seus selos e como se chegaram nesse número e no nome dos anjos, segue abaixo meu artigo sobre o assunto:



Dominações – Tsadkiel

Sephirah – Hesed
Planeta Júpiter
Príncipe Tsadkiel – do hebraico – fogo de Deus
Auxilia nas emergências e processos de todas as naturezas que implicam em julgamento. É o príncipe da profecia e da inspiração, ligado às artes e ao ensino. Traz ideias transformadoras, para concretizar as metas pessoais. Ele carrega um pergaminho. São oito anjos que pertencem a qualidade Dominações:
25- Nith-Haiah
26- Haaiah
27- Ierathel
28- Seheiah
29- Reyel
30- Omael
31- Lecabel
32- Vasahiah

Sobre esses 9 coros, príncipes, anjos, selos, como invocar e como descobrir seu anjo da guarda, segue abaixo meu artigo sobre o assunto:


Júpiter se encaixa na Sephirah Chesed. Vou me enfocar somente nessa Sephirah. Sobre Sephirah e Cabala, tenho artigo e vídeo. Segue abaixo:


Vídeo sobre Cabala com informações a mais do artigo escrito indicado anteriormente:



CHESED, A QUARTA SEPHIRAH:



Título: Chesed, Misericórdia. (Em hebraico, חסד : Cheth, Samech, Daleth.).

Imagem mágica: Um poderoso rei coroado, sentado em seu trono.

Localização na Árvore: No centro do Pilar da Misericórdia.

Texto Yetzirático: O Quarto Caminho chama-se Inteligência
Coesiva ou Receptiva, porque contém todos os Poderes Sagrados, dele emanando as virtudes espirituais com as suas essências mais requintadas. Tais poderes emanam uns dos outros por virtude dá Emanação Primordial, a Coroa Mais Elevada, Kether.

Títulos Conferidos a Chesed: Gedulah. Amor. Majestade.

Nome Divino : El.

Arcanjo: Tzadkiel.

Coro Angélico: Chasmalin.

Chakra Cósmico: Tzedek, Júpiter.

Experiência Espiritual: Visão do amor.

Virtude: Obediência.

Vícios: Fanatismo. Hiprocrisia. Gula. Tirania.

Correspondência no Microcosmo: O braço esquerdo.

Símbolos: A figura sólida. O tetraedro. A pirâmide. A cruz de braços iguais. O orbe. O bastão. O cetro. O cajado.



Cartas do Tarô: Todos os quatro: Quatro de Paus: obra perfeita; Quatro de Copas: prazer; Quatro de Espadas: repouso após a luta; Quatro de Ouros: poder terrestre.



Cor em Atziluth: Violeta-intenso.

Cor em Briah: Azul.

Cor em Yetzirah: Púrpura-intenso.

Cor em Assiah: Azul-intenso, salpicado de amarelo.



Júpiter no hexagrama:



Nascimento de Júpiter:



Saturno, após destronar sangrentamente o próprio pai, era agora senhor de todo o Universo.

Certa feita, sua esposa, Cibele, que também era sua irmã, chegou-se a ele e disse:

— Abrace-me, querido Saturno, pois serei mãe!

O velho Saturno, encanecido no mando, esboçou apenas um sorriso.

— Muito bonito — resmungou o deus. — Mas e daí?

— Ora, e daí que você, meu esposo, será pai! — disse ela, tentando animá-lo. Esta palavra, no entanto, despertou a fúria de Saturno.

A praga que seu pai lhe lançara no dia em que o mutilara com a foice diamantina ainda ecoava em seus ouvidos:

"Ai de você, rebento infame... Do mesmo modo que usurpou o mando supremo. Irá também um dia perdê-lo...”



— Nada de filhos — exclamou, por fim, a velha divindade. — Cibele, venha já até mim!

— Quando nasce esta criatura que você está carregando?

— Nos próximos dias, Saturno querido...

— Assim que nascer, traga-a imediatamente até mim.

— Assim será, meu esposo.

Cibele, correndo os dedos pelas madeixas, sorria candidamente. Alguns dias depois, com efeito, nasceu o primeiro bebê: era Juno, uma menina encantadora, porém de poucos sorrisos.

— Deixe-me vê-la — sussurrou Saturno, besuntando de mel a sua áspera boca.

— Veja, não é linda? — disse Cibele, a imprudente.

— Encantadora! — respondeu o deus, com um sorriso equívoco.

— Vamos, dê-lhe um beijo! — disse Cibele, a louca.

O velho deus tomou, então, a criança, envolta nos panos, e aproximou-a de seu imenso rosto.

— Dá mesmo vontade de engoli-la inteira — exclamou, arreganhando os dentes.

Cibele chorou de ternura. Num segundo Saturno abriu de par em par a bocarra, como duas portas que dão para um abismo, e engoliu a pobre criança, que não deu um único pio. Cibele chorou de horror. Sem descer a explicações, Saturno tomou a cabeça da esposa em suas mãos e exclamou:

— E nada de choros, hein? Nada de vinganças. Depois, despediu-a, não sem antes adverti-la:

— E já sabe: nascendo outro, quero-o logo aqui.



O tempo passou e foram nascendo os rebentos. Tão logo os filhos da desgraçada Cibele iam saindo do cálido ventre da mãe, eram imediatamente metidos na cova tétrica do estômago do pai. Passaram, assim, por este odioso portão, além da já citada Juno, os infelizes Plutão, Netuno, Vesta e Ceres.

Quando chegou, porém, a vez do quinto bebê, Cibele, farta de tanta sujeição, revoltou-se afinal:

"Não, este não...", pensava, e o seu laconismo dava bem a medida da sua determinação.

Passando, então, das palavras à ação, correu até a mais distante caverna do mundo — a caverna de Dicte — e lá gemeu e gritou, até dar à luz Júpiter, seu último e mais esperado filho.

Depois de entregar o garoto aos cuidados das ninfas da floresta, Cibele retornou às pressas para o palácio de Saturno. Uma vez em seus aposentos, envolveu uma pedra nos lençóis e começou a gritar, como quem está em trabalho de parto.

— Temos nova peste — exclamou Saturno, rumando celeremente para o quarto.

Tão logo enxergou sua esposa segurando algo envolto nos panos, tomou-lhe o embrulho das mãos e engoliu-o, imaginando ser o quinto bebê.



— É o último, hein... ? — disse o deus, limpando a boca com as costas da mão e desaparecendo em seguida pela porta.

Mas Cibele chorou, como das outras vezes.

Tudo agora parecia em paz, pensava Saturno, enquanto gozava do silêncio, refestelado em seu trono dourado.

O jovem Júpiter permanecia oculto nas grutas distantes, podendo chorar à vontade. Quando chorava alto demais, as ninfas que dele cuidavam ordenavam que alguns guerreiros, chamados curetes, reverberassem seus escudos com toda a força, para abafar os sons infantis. Para acalmá-lo, havia uma doce cabra, chamada Amaltéia, que o amamentava e lhe servia de distração — distração que também lhe era trazida por uma bola estriada de ouro, que o garoto recebera de presente de uma das ninfas, a qual ao subir e cair deixava no céu, como um fulgente meteoro, um belo rastro dourado.



Por fim, havia ainda uma águia encantada que todos os dias vinha de todas as partes do mundo contar novidades e instruir o jovem deus nas coisas da vida.



— Júpiter, grande deus — disse-lhe um dia a águia, quando o garoto já estava crescido - já é hora de saber sobre o terrível perigo que você corre.

A ave, então, narrou ao deus todo o drama que dera origem à sua existência.

— Vai e liberta os seus irmãos da negra prisão em que estão metidos, para que você possa assumir o lugar de seu pérfido pai no comando do mundo — disse a águia, estendendo as longas asas, para enfatizar suas palavras.



Auxiliado pela filha do titã Oceano, a suave Métis, tomou posse, então, de uma poderosa erva mágica.

— Faça com que seu perverso pai beba desta poção e num instante verá regurgitados todos os seus aprisionados irmãos — disse-lhe a bela oceânide.

Durou pouco, entretanto, o prazer, pois logo em seguida o velho começou a passar muito mal.— Mas o que é isto? — Sinto náuseas fortíssimas! Dali a instantes Saturno começou a regurgitar, um por um, cada um dos filhos que havia ingerido. Pobre deus! Como já fazia muito tempo que os engolira, agora se via obrigado a restituí-los completamente adultos. A incrédula Cibele, que estava junto do esposo, ia recebendo cada um dos filhos com a face lavada pranto:— Oh, Juno querida... Vesta amada... Adorada Ceres... Netuno, meu anjo! Plutão, meu amor...Com o retorno de seus irmãos, Júpiter havia dado o primeiro e irredutível passo para retirar o poder supremo do mundo das mãos de seu pérfido pai.— Exijo, Saturno cruel, que me ceda agora o cetro do mundo! — exclamou Júpiter, com altivez e confiança.— Como ousa levantar mão ímpia contra mim, o soberano do mundo? –exclamou Saturno .Pressentindo, no entanto, o perigo, Saturno tratou logo de ir procurar seus antigos irmãos e aliados — os velhos, porém ainda fortíssimos, Titãs. 

A Guerra dos Titãs apenas começava a ser esboçada.

JÚPITER E A GUERRA DOS TITÃS (TITANOMAQUIA):



Não há crônica, antiga ou moderna, que refira de maneira exata todos os feitos e lances heroicos desta que foi a verdadeira primeira guerra mundial. Ela é demasiado antiga e perde-se na noite dos tempos. Só podemos nos basear no que dela referiram alguns comentadores tardios, como Hesíodo.

Ainda assim, ela houve: os sinais, por tudo, são demais evidentes. A própria geologia comprova que as extintas divindades de outrora -personificações, talvez, dos elementos em estado caótico — se engalfinharam um dia numa luta impiedosa, revolvendo no embate o Céu, a Terra e os mares.

Esta gigantesca querela teve início com a pretensão de um filho rebelde, chamado Júpiter, sobre o poder supremo que estava em mãos de uma divindade cruel e despótica, chamada Saturno.

Monte Olimpo:



Mas quem foram as partes deste espantoso embate?

De um lado, liderados por Saturno, estavam ele e seus irmãos, os poderosos Titãs ("filhos da Terra").

Do outro, Júpiter, o filho insubmisso, e seus irmãos, além de algumas defecções titânicas que se alistaram à causa rebelde, tais como o Oceano e o filho de Japeto, Prometeu.

Os deuses da segunda geração, liderados por Júpiter, foram organizar seu ataque no monte Olimpo (daí serem chamados de "deuses olímpicos"), enquanto os Titãs, abrigados no monte Ótris, tramavam a sua defesa.

Monte Ótris:



Uma imensa massa negra de nuvens destacou-se dos limites extremos do Olimpo e começou a marchar, num estrondo feroz de carros de guerra que rondam pelos céus. O empíreo escureceu de tal forma que o Caos parecia haver gerado de seu ventre uma segunda Noite, ainda mais negra e tétrica do que a primeira.

De dentro desta montanha alada, da cor do ferro, partiam raios tão ofuscantes (novidade horripilante inventada pelos Ciclopes, aliados de Júpiter, que este libertara do Tártaro), que por alguns instantes brevíssimos não havia em todo o Universo a menor parcela de escuridão.

Mas logo o negror da noite tombava outra vez sobre a Terra, e a alma de tudo quanto vivia agachava-se, oprimida por indizível pavor.



O Tártaro (em grego: Τάρταρος, transl.: Tártaros), na mitologia grega, é personificado por um dos deuses primordiais, nascidos a partir do Caos (apesar de alguns autores o considerarem irmão de Caos). Suas relações com Gaia geraram as mais terríveis bestas da mitologia grega, entre elas o poderoso Tifão.

Assim como Gaia é a personificação da Terra e Urano a personificação do Céu, Tártaro é a personificação do Mundo Inferior. Nele estão as cavernas e grutas mais profundas e os cantos mais terríveis do reino de Hades, o mundo dos mortos, para onde todos os inimigos do Olimpo são enviados e onde são castigados por seus crimes. Lá os titãs são aprisionados por Zeus (Júpiter), Hades (Plutão) e Posídon (Netuno) após a Titanomaquia.

Na Ilíada, de Homero, representa-se este mitológico Tártaro como prisão subterrânea 'tão abaixo do Hades quanto a terra é do céu'. Segundo a mitologia, nele são aprisionados somente os deuses inferiores, Cronos e outros titãs, enquanto que os seres humanos, são lançados no submundo, chamado de Hades.



Ocultos acima dessa nuvem prodigiosa, Júpiter e seus aliados caíram finalmente sobre seus inimigos. Os Titãs, contudo, bem protegidos em suas trincheiras, começaram a enterrar suas unhas duras e compridas como gigantescas pás de bronze até as profundezas do solo, para dali arrancarem pela raiz, com pavoroso estrondo, montanhas inteiras, que arremessavam em seguida contra os deuses olímpicos.

— Irmãos da nobre causa, desçamos até onde rastejam estes vermes! -disse Júpiter e, junto com seus aliados, saltou das nuvens com as vestes guerreiras, dando grandes brados de fúria. Seus escudos refulgiam na queda como tremendos sóis prateados, enquanto suas lanças, brandidas com fúria, pareciam raios retilíneos que cada qual portasse com destemor infinito.

— Amantes da nobre verdade, recebamos estas aves de rapina que descem dos céus, tal como elas merecem! — bradou outra voz, desta vez de Saturno, encorajando os seus Titãs.

Quando os dois exércitos se misturaram, um ruído mais feroz do que qualquer outro jamais escutado fez-se ouvir, então, por todo o Universo. A terra inteira sacudia-se em tremores, levantando-se de dentro dela imensas labaredas de fogo e de pez. Netuno, com seu tridente aceso, fazia ferver os mares, e por toda parte não havia um único bosque que não tivesse sido varrido pelo assobio endemoniado de uma tórrida ventania.

Os combatentes, misturados num pavoroso atraque corporal — atirando às cegas, uns contra os outros, cutiladas, raios, rochas imensas, vapores sufocantes e dentadas -, assim estiveram por uma eternidade, até que Júpiter, temendo que a vitória estivesse pendendo para o inimigo, anunciou um novo propósito:

— Companheiros, libertemos do Tártaro profundo os poderosos Hecatônquiros!

Hecatônquiros. Esses terríveis seres haviam sido aprisionados por Saturno nas profundezas da terra e, uma vez libertos, espalhariam o terror entre as hostes inimigas.

Júpiter, auxiliado pelos seus, desceu até as tênebras profundas e, após romper os grilhões que mantinham estas colossais criaturas presas ao abismo, subiu com elas à superfície.

Uma fenda enorme rasgou-se sob o chão; imediatamente um vapor negro subiu da cratera num jato hediondo, até envolver o próprio Sol.

Tudo estava envolto numa treva sufocante, quando todos sentiram um baque formidável sacudir o solo. Um tufão poderoso surgiu em seguida, varrendo toda a fuligem espessa e deixando à mostra, sobre a superfície, os três Hecatônquiros, postados lado a lado.

A arte dos antigos não nos deixou nenhuma imagem do que seriam tais divindades, porém as descrições nos afirmam que se tratavam de seres "enormes como a mais alta das montanhas" e que possuíam n olhos e cinqüenta cabeças".



Um urro colossal, partido das cento e cinqüenta bocas, atroou todo o Universo. As criaturas, empunhando rochedos imensos, lançaram sobre os apavorados Titãs trezentas montanhas, sepultando-os vivos sob os escombros.

Em seguida os Ciclopes os acorrentaram com suas pesadas correntes, encerrando-os para sempre nas profundezas do Tártaro, de onde jamais tornariam a sair, vigiados pelos invencíveis Hecatônquiros.

Esta, em resumo, foi a primeira batalha que o Universo conheceu, e da qual saiu vitorioso Júpiter, o novo soberano do Universo, para reinar como pai dos deuses sobre todos os homens e as demais divindades.



JUNO, A RAINHA DO CÉU:



— Sim, agora minha pequena Juno está a salvo... Mas até quando? (Após o regurgitar de Saturno)

"Tenho um pressentimento de que a ela está destinado um lugar de honra na corte celestial!", pensava a deusa, acariciando os cabelos de Juno.

Imaginava Cibele, como todas as mães, divinas ou não, que sua filha excederia em beleza e poder todas as outras filhas da face da Terra ou da imensidão do céu.

De repente seus olhos avistaram, para o ocidente, um fulgor intenso.

— É isto! — exclamou Cibele, feliz. — Levarei-a para o país das Hespérides! Hespérides eram três encantadoras deusas que governavam um país paradisíaco, onde a primavera era eterna e a necessidade não existia.



— Queridas amigas, preciso entregar a minha bela Juno aos seus cuidados, pois somente aqui ela estará em segurança.

Abriram um largo sorriso, enquanto uma delas envolvia a deusa em suas vestes esvoaçantes.

— Vá em paz, Cibele — disse esta. — Nós faremos da sua filha a mais poderosa das deusas. Juno respondeu apontando o dedo para o céu.

O tempo passou e Juno tornou-se uma deusa de maravilhosa beleza. As Hespérides eram unânimes em reconhecer este seu atributo, que fazia par com o da perfeita sapiência.

— Vejam: os animais e mesmo as flores parecem ficar felizes tão logo sua presença se anuncia — diziam alegremente as irmãs, todos os dias, umas às outras.



Os iazidis, yazidis, yezidis, êzidis ou yazdanis (em árabe: يَزِيدِيَّةٌ; transl.: yazīdīyya; em persa: یزِیدِیَ; transl.: yazīdī; em curdo: ئێزیدی; transl.: êzidî ou êzidîtî; em arménio: Եզդի , ezdi; em turco: yezîdîler) constituem uma comunidade étnico-religiosa curda cujos membros praticam uma antiga religião sincrética, o iazidismo, uma espécie de iazdânismo ligada ao zoroastrismo e a antigas religiões da Mesopotâmia.

A maior parte dos seus membros vive ou é originária da província de Ninawa, no norte do Iraque, cuja capital é Mossul, uma região que fez parte da antiga Assíria e foi o centro do Império Neoassírio, mas também há comunidades na Arménia, Geórgia e Síria, as quais têm registado um acentuado declínio desde a década de 1990, devido à emigração para a Europa Ocidental, sobretudo para a Alemanha.




Segundo os próprios iazidis, a sua religião tem origem no antigo Irão e há numerosas semelhanças entre o iazidismo atual e as antigas religiões persas, o que leva muitos autores a considerá-lo um vestígio sobrevivente do mitraísmo iraniano que se adaptou a um ambiente hostil absorvendo elementos exógenos. Entretanto outros estudos consideram que o iazidismo tem origem no movimento heterodoxo do islão sunita do século XII protagonizado pelo xeque Adi, que misturou elementos islâmicos e com outros elementos pré-islâmicos conservados no Curdistão. Os iazidis acreditam em Deus como criador do mundo, que colocou sob o cuidado de sete "seres sagrados" ou anjos, cujo "chefe" (arcanjo) é Melek Taus, o Anjo Pavão. Como governante do mundo, este Anjo Pavão é a causa de tudo o que sucede de bom e de mau aos humanos e este caráter ambivalente surge em mitos da sua queda em desgraça junto de Deus, antes das suas lágrimas de arrependimento terem apagado os fogos do seu cárcere infernal e de ter-se reconciliado com Deus. Esta crença tem origem nas reflexões místicas sufistas (um ramo místico do islão) sobre o anjo Iblis (o equivalente islâmico do Diabo), que se recusa orgulhosamente a violar o monoteísmo, adorando Adão e Eva, apesar da ordem expressa de Deus para o fazer.

Devido a essa relação com a tradição sufista de Iblis, alguns seguidores de outras religiões monoteístas identificam o Anjo Pavão com o espírito maligno não redimido Satanás, o que está na origem de séculos de perseguição dos iazidis como "adoradores do Diabo". Nas últimas décadas do século XX os iazidis, como o resto dos curdos, foram perseguidos e deslocalizados das suas terras pelo regime de Saddam Hussein. Após o início da Guerra do Iraque, a comunidade iazidis sofreu vários ataques por parte de fundamentalistas sunitas e, em agosto de 2014, foi alvo de massacres por parte do chamado Estado Islâmico do Iraque e do Levante, como parte da campanha para extirpar o Iraque e os países vizinhos de quaisquer influências não muçulmanas, onde não escapam as suas mulheres e crianças.



Voltando a Juno:

Juno, contudo, apesar de estar satisfeita naquele lugar paradisíaco, ambicionava mais alto. Com olhos postos no céu, suspirava todos os dias:

— Tudo é belo... mas eu queria mesmo era ser rainha do céu.

Por uma natural inclinação, a moça procurava sempre os lugares mais altos da ilha para dar largas à sua imaginação. Havia um rochedo, à beira-mar, que era o seu refúgio especial. — Mais um passinho e posso quase tocar o céu... — dizia ela, brincando e esticando seu alvo dedo.

Um dia, estando ali sentada, sentiu muito calor. Então avistou no horizonte uma nuvem que vagava meio sem jeito, como que perdida das outras.

— Adoro chuva! — pensou, esticando o pescoço na ânsia de ver as companheiras daquela comparsa extraviada. — O único defeito deste país encantador, se há algum, é o de chover tão pouco!

Então pôs-se em pé, cerziu os olhos e começou a pensar com toda a força:

— Quero muito que chova! Que chova muito! E o que quero!

Juno reabriu os olhos e viu que agora aquela nuvem mal-esboçada e solitária, lá adiante, havia ganho uma inesperada e rechonchuda companheira. A jovem fechou os olhos outra vez e repetiu com toda a força:

— Quero muito que chova! Que chova muito! É o que quero!

Quando reabriu outra vez os seus olhos, viu que um exército de outras nuvens havia se juntado à primeira, engolfando-a num turbilhão escuro e barulhento. Juno colocou-se na ponta dos pés e aspirou profundamente.

— Hmmm.... Perfume de chuva, não há outro igual.

Num instante as nuvens chegaram, e a jovem deusa comandou do alto uma tremenda tempestade, como nunca as Hespérides haviam visto. Os raios miram ao redor da jovem os seus espadins recurvos, porém sem nunca atingi-la, enquanto a água da chuva a envolvia num frescor delicioso.



Depois que a chuva passou e um vento fresco secou suas roupas, afastando-o para longe as nuvens tempestuosas, Juno olhou para o céu, novamente azul.

— Tudo é belo... Mas eu queria mesmo era ser rainha do céu.

Neste instante uma águia de asas imensas surgiu das alturas. A ave, após rodopiar ao redor da deusa, agarrou-a delicadamente e suspendeu-a no ar. Juno, embora surpresa, não se assustou; algo lhe dizia, secretamente, que o seu sonho começava a se concretizar.

— Para onde me leva, águia sutil?

Foram ambas subindo, a águia e a deusa, até que, adentrando o próprio céu. Juno viu-se diante do jovem Júpiter.



— Estou no céu! — gritou Juno, de olhos brilhantes.

O pai dos deuses explicou então a Juno tudo o que havia ocorrido e como ele a havia salvo do ventre do tirânico pai de ambos, Saturno.

Juno, agradecida, abraçou os joelhos de Júpiter. Depois disse a ele, radiante de esperança: — Tudo o que você diz é belo... Mas eu queria mesmo...

O pudor, entretanto, impediu-a de repetir pela milésima vez o seu desejo.

— Sim, adorada Juno, você será, sem dúvida, rainha do céu — completou Júpiter, sorridente, que escutara diversas vezes, ali do alto, a jovem clamar por seu desejo.

— Desde que a vi manejando a tempestade e orquestrando os raios, decidi que seria a esposa ideal para mim.

E foi assim que Juno casou-se, tornando-se Rainha do Céu e dando início à história do casal mais famoso da mitologia antiga.



Júpiter tem atualmente descritas e descobertas, 69 luas, das quais só 50 foram nomeadas.

Júpiter é o deus supremo da Roma antiga e Juno é a mulher do deus infiel. Agora, Juno, a sonda, vai estudar Júpiter, o planeta, ao pormenor, para que não volte a esconder-se atrás das nuvens.



As Hespérides são as Deusas-ninfas da noite e da luz dourada do pôr-do-sol. Elas são filhas de Nyx (Noite) ou do Titã Atlas que traz o céu e que foi punido por Júpiter para sustentar a Terra nos braços. Daí, livros que mostram os territórios e mapas da Terra são chamados também de Atlas. As Hespérides foram encarregadas de cuidar das árvores de maçãs douradas que haviam sido presenteadas a Juno, pela Terra no dia de seu casamento. Elas foram assistidas por uma serpente de cem cabeças Drakon (Dragão). Hércules (Héracles) foi enviado para buscar as maçãs como um de seus 12 trabalhos e, ao matar a serpente, roubou o precioso fruto. Minerva (Athena) mais tarde devolveu às Hespérides. As Hespérides também eram guardiãs de outros tesouros dos Deuses. Perseu obteve delas os artefatos que precisava para matar a górgona Medusa.



Existem diferentes versões que contam da paternidade das Hespérides.

PAIS:

NYX (sem pai) (Hesiod Theogony 215)
EREBOS & NYX (Hyginus Pref, Cicero De Natura Deorum 3.17)
ATLAS & HESPERIS (Diodorus Sicululs 4.26.2)
ATLAS (Pherecydes Frag, Higino Astronomica 2.3)
Héspero (Scholiast em Eurípides Hipólito)
ZEUS & THEMIS (Servius on de Virgílio Eneida 4.484)
PHORKYS & KETO (Scholiast sobre Apolônio Rhodius 4,1399)

Seus nomes são Aegle, Erytheia, Hesperia e Arethusa.

Em vez das quatro Hespérides mencionadas acima, algumas tradições só conhecem três, isto é. Hespere, Erytheis e Aegle, Arethusa e Hesperusa ou Hesperia.



Um outro ponto interessante a se observars na participação dessas Deusas é relativo ao chamado pomo da Discórdia. Éris (Discórdia) lança uma maçã dourada ao pé das três Deusas, Juno, Minerva e Vênus escrita na maçã: Para a mais bela. As Deusas disputam o prêmio e em todo desenrolar do mito tem origem a Guerra de Tróia, a pior guerra do mundo antigo.


Julgamento de Páris, Éris Deusa da Discórdia desencadeia a Guerra de Troia, a maior guerra que o mundo antigo já vivenciou. No quadro o Julgamento de Páris, sendo confrontado por Juno, Minerva e Vênus:



Pode se trabalhar com júpiter em obras de ambição, política, poder, força, prosperidade, propriedade, dinheiro e expansão.

O sigilo da inteligência de júpiter (que é bom), ajuda em ganhos e riquezas, privilégios e amor, paz e concórdia, aplaca inimigos, confirma honrarias, ajuda em dignidades e conselhos, dissolve encantamentos (se gravado em coral).

O sigilo do espírito de júpiter (que é mau), causa o coisas contrária à inteligência de júpiter.




Saturno no heptagrama usado para orientar no cálculo das horas planetárias:


Falo das horas planetárias nos primeiros minutos desse vídeo:



Continuando:




Júpiter rege os signos de Sagitário e Peixes:


Redução pitagórica, ensino a utilizar no primeiro artigo indicado:


Link do artigo citado:



Exemplo no quadrado da Lua em que tal redução pitagórica não funciona porque tem-se basicamente uma reta:




Pode se trabalhar com júpiter em obras de ambição, política, poder, força, prosperidade, propriedade, dinheiro e expansão.

O sigilo da inteligência de júpiter (que é bom), ajuda em ganhos e riquezas, privilégios e amor, paz e concórdia, aplaca inimigos, confirma honrarias, ajuda em dignidades e conselhos, dissolve encantamentos (se gravado em coral).

O sigilo do espírito de júpiter (que é mau), causa coisas contrárias à inteligência de júpiter.



Sigilos positivos de Júpiter:



1- Tenho minhas ambições saciadas e alcançadas.

2- Tenho favor e privilégio político, poder invencível e inabalável, privilégios, honrarias, dignidades e ótimos conselhos me chegam.

3- Sou invencível, meus inimigos tremem de medo e não me alcançam, encantamentos prejudiciais contra mim são destruídos.

4- Sou infinitamente próspero, tenho ricas propriedades, abundante dinheiro, ganhos, riquezas e conquistas.

5- Tenho o poder de fazer crescer e expandir as coisas benéficas em minha vida assim como expandir a ruína de meus inimigos; expandidas estão o amor, a paz e a concórdia em minha vida.

Por que 5 sigilos/frases?

O “Enigma 23? como é conhecido se refere à crença de que todos acidentes e incidentes no mundo esteja de alguma forma, direta ou indiretamente ligados ao número 23 que por tal motivo é considerado um número sagrado para todos os discordianos.

William S. Burroughs colecionou em seus cadernos de rascunho muitas circunstâncias envolvendo este número que mais tarde serviram de matéria-prima para suas obras.

23 é um número primo.

Os seis primeiros dígitos de Pi (3,14159) somados resultam em 23.

Jack Shepard, personagem do seriado Lost estava sentado na poltrona 23 do avião. 4 8 15 16 23 42

A primeira transmissão em código Morse utilizou uma passagem bíblica: Números 23:23

A marcha do sal de Gandhi durou 23 dias.

Os cavaleiros templários desde a sua fundação até o seu fim, tiveram 23 Grandes Mestres.

William Shakespeare nasceu dia 23 de Abril de 1564 e morreu em 23 de abril de 1616.

Julio Cesar foi apunhalado 23 vezes quando assassinado.

De acordo com Flavius Josephus, historiados judeu, Adão e Eva tiveram 23 filhos.

“Her Majesty” tecnicamente a última música de um disco Beatle e também a mais curta, têm exatamente, 23 segundos de duração.

Dia 23 de Dezembro de 2012 é a data para o apocalipse Maia.

W é a 23ª letra do alfabeto latino, têm duas pontas para baixo e três para cima.

Em um teclado QWERTY comum o W está logo abaixo e entre os números 2 e 3.

O calendário Egípcio e Sumério possuem o ano-novo no dia 23 de julho.

Taiwan é considerada pela China a 23ª província. Produtos de Taiwan são encontrados em todo lugar.

Em “Matrix Reload”, o Arquiteto pede a Neo que escolha 23 indivíduos para reconstruir Zion – 16 fêmeas e 7 homens.

Em “O Grande Lebowski” eles sempre jogam boliche na pista 23.

As células somáticas dos humanos têm 23 pares de cromossomos.

Um dia sideral possui 23 horas, 56 minutos e 4,091 segundos.

Em “A Paixão de Cristo”, Jesus é açoitado 23 vezes antes de Satã ser visto na multidão.

O eixo da Terra está inclinado em um ângulo de 23°.

William Shakespeare nasceu e morreu em 23 de Abril.

23. 2+3= 5.

Vai uma maçã?



Voltando à sigilação:

Tenho minhas ambições saciadas e alcançadas.

1- Corta-se as letras repetidas:

Tenho mias bç d l

2- Separa-se consoantes de vogais para facilitar:

aeio  Tnhmsbçdl

3- Cria-se uma ou mais palavras que sejam sonoras a você, sem necessitar significado:

DEMBANHO TASCLI

4- Usa-se algum método de atribuir números à letras.






Tenho favor e privilégio político, poder invencível e inabalável, privilégios, honrarias, dignidades e ótimos conselhos me chegam.

1- Pega-se a primeira letra da primeira palavra, a segunda da segunda...quando chegar à última letra da palavra seguinte, segue-se em sentido inverso e recomeça-se o ciclo. (Ignora-se preposições, pronomes, artigos ou qualquer outro ligante da frase.)

TAIIRCAGSSSEG

2- Organiza-se as letras repetidas em conjunto para ver o quanto se repetem:

TAAIIRCGGSSSE
TA(2)I(2)RCG(2)S(3)E

3- Atribui-se números às letras, o número de repetições é o número em si.





Sou invencível, meus inimigos tremem de medo e não me alcançam, encantamentos prejudiciais contra mim são destruídos.

1- Pega-se múltiplos de 2. 2,4,6,8,10,12...A segunda letra, a quarta, contando letras sucessivas.

OIVNIEMUIIIOTEEDMDEAMACNAECNAETSRJDCASOTAISOETUDS

2- Organiza-se as letras repetidas em conjunto para ver o quanto se repetem:

O(4)I(6)VN(3)E(7)M(3)U(2)T(4)D(4)A(6)C(3)S(4)RJ

3- Atribui-se números às letras, o número de repetições é o número em si.





Sou infinitamente próspero, tenho ricas propriedades, abundante dinheiro, ganhos, riquezas e conquistas.

1- Pega-se as letras de 4 em 4.

INTNREERSPDSNTNRNREEQT

2- Organiza-se as letras repetidas em conjunto para ver o quanto se repetem:

IN(5)T(3)R(4)E(4)S(2)PDQ

3- Atribui-se números às letras, o número de repetições é o número em si.





Tenho o poder de fazer crescer e expandir as coisas benéficas em minha vida assim como expandir a ruína de meus inimigos; expandidas estão o amor, a paz e a concórdia em minha vida.

1- Pega-se letras de 5 em 5.

OEARRAASNSNDIONRDSIXISAPCRMA

2- Organiza-se as letras repetidas em conjunto para ver o quanto se repetem:

O(2)EA(5)R(4)S(5)N(3)D(2)I(3)XPCM

3-Mantenha-se as letras e soma-se os números de repetição e os reduzem a números de 1 a 9 e o coloque no fim:

OEARSNDIXPCM(2+5+4+5+3+2+3=24=6)
OEARSNDIXPCM6

4- Atribui-se números às letras, o número de repetições é o número em si.




Sigilando meu nome civil e mágicko:



EOSPHORUS PLUTO ELEUTHERIOS
PHORS ELITU
7869153923


YURI CALDAS KARKLIN
RICY LUNK DAS
99373352411


7869153923+99373352411 = 107242506334

Corta-se os zeros= 1724256334




Assim como as Hespérides cuidaram e protegeram Juno, assim será a mim!

Hespérides -  Ἑσπερίδες

Hespérides -  Ἑσπερίδες  e a transliteração para o hebraico.

Transliteração X Tradução?

Tradução é traduzir palavras para outro idioma que possue o mesmo alfabeto. Em alfabetos diferentes; como latino, hebraico, sânscrito; primeiro temos de transliterar para o alfabeto desejado, para só então traduzir. 

Tabela de Aiq Beker:



Temurah, permutação, também chamado de Tziruph, combinação, é a regra pela qual as letras são relacionadas e trocadas. Por determinada técnica, o alfabeto hebraico se dobra no meio sobre si mesmo para formar 11 pares de letras. Com algumas transposições, 22 grupos de pares são feitos, compondo a ―Tabela de Combinações de Ziruph. Cada grupo tem seu nome derivado das quatro primeiras letras, que em hebraico se lê da direita para a esquerda. Por exemplo, a fileira superior da tabela mostra o grupo chamado Albath, ALBTh.

Inserida na categoria de temurah, mas importante demais para ser considerada sozinha, está a cabala das nove câmaras, ou Aiq Beker, assim chamada a partir das seis primeiras letras que a constituem. O alfabeto hebraico é escrito em nove células de uma grade por dois pares de linhas paralelas que intersectam em ângulos retos, resultando em três letras em cada célula (22 letras + 5 formas finais = 27 letras).

Essa técnica é a que mais gosto e é a usada por Agrippa para determinar as inteligências e espíritos planetários. Por exemplo, a primeira letra do alfabeto hebraico, Aleph, pode ter valor 1, 10 ou 100. E aí por diante.



Lembrando que a técnica de sobrepor versículos, foi responsável pelos 72 nomes de Deus ou 72 anjos cabalistas. Sobre como foi feito isso, já escrevi sobre e deixo aqui aos interessados o link: Mas adianto que são três versículos do livro de Êxodo sobrepostos e que contém 72 letras:


Valore gemátricos que podem assumir as letras hebraicas:




Faltam as letras: ‘C’ que você pode substituir por ‘K’, a letra ‘E’ que você exclui do sigilo ou substitui por A, a letra ‘J’ que você exclui do sigilo ou substituiu por Yod (i), a letra ‘X’ que você pode substituir por ‘Ch’ ou ‘Sh’, a letra ‘W’ que você substitui por ‘V’ ou ‘U’, e a letra 'Z’ que você pode substituir por ‘Tz’ ou ‘Ts’.



Mais variações gemátricas:


Som das letras hebraicas:


Ensino gematria hebraica e suas operações nesse artigo:


Hebraico se escreve da direita para a esquerda.

SEDIREPSEH
S – Samech ou Shin
Samech (apoio), Shin (fogo).
Assim como as Hespérides cuidaram e protegeram Juno, assim será a mim. (apoio)
Samech (apoio).

E – A – Aleph ( boi, força, líder) ou Ayin (olho, ver, experiência) ... como as Hespérides cuidaram... (olho, cuidar, olhar)
Ayin (olho).

D- Dalet (porta)

I – Yod (mão, trabalhar)

R – Resh (cabeça), Cheth Ch ( som de R raspando a garganta) (cerca), Kaph (explicação na imagem abaixo) (palma, punho, abrir)
Cheth (cerca).

P – Phe (Boca, palavra, falar)

H- He (janela, grito “Hei”)



Hespérides -  Ἑσπερίδες
SEDIREPSEH

Samech, Ayin, Dalet, Yod, Cheth, Aleph, Phe, Shin, Ayin, He

(Apoie, proteja) Samech, (veja)Ayin, (Porta)Dalet, (Mão, trabalhar)Yod, (Cerca) Cheth, (Líder)Aleph, (Palavra)Phe, (Fogo)Shin, (Olho, veja)Ayin, (Hei! Janela)He

“Hei! Olha pela janela, Veja o Fogo da Palavra! Sou seu líder e ordeno, proteja-me, cerca-me! Trabalhe nas portas, entradas e fronteiras! Veja, apoie-me, proteja-me!”

“Assim como as Hespérides cuidaram e protegeram Juno, assim será a mim.”

Samech, Ayin, Dalet, Yod, Cheth, Aleph, Phe, Shin, Ayin, He

Samech, Ayin, Dalet, Yod, Cheth, Aleph, Phe, Shin, Ayin, He
6,7,4,1,8,1,8,3,7,5





Melek’Taus, Tawûsê Melek, Anjo Pavão

Melek Taus

Obs: Vou atribuir números na orientação da esquerda pra direita mesmo, pois quando transponho para a palavra no alfabeto latino a sequência numérica fica em nossa orientação de leitura.
Mem, aleph, lamed, aleph, qoph. Tau, aleph, vau samekh.
4,1,3,1,1,4,1,6,6.




Como Melek Taus faz o bem e o mal colocarei seu sigilo fazendo a ponte entre meu pantáculo positivo e negativo de Júpiter.

Meus inimigos, pessoas que me odeiam, pessoas que me detestam, pessoas que querem meu mau e mal, grupos mágickos que me atacam, haters que me perseguem, amaldiçoados estão em tudo o que júpiter rege.

Para calcular rotas de navegações interplanetárias a NASA utiliza Pi com 15 casas decimais.

Pi = 3.141592653589793238462643383279502

Seguindo a sequência de pi, nessa frase gigante, pego a terceira letra, depois a primeira após a terceira, depois a quarta....Seguindo a sequência numérica de pi.

USMIEMOPAUEEQEGPSGETHTEEEECDSMJER

U(2)S(3)M(3)IE(10)OP(2)AQG(2)T(2)HCDJR




Ciclopes
Cheth, Yod, Cheth, Lamed, Ayin, phe, aleph, shin.
8,1,8,3,7,8,1,3





Hecatônquiros
He, aleph, chet, aleph, teth, ayin, nun, kaf, vau, yod, resh, ayin, shin
5,1,8,1,9,7,5,2,6,1,2,7,3





Na parte positiva coloquei meu nome civil e mágicko sigilado no centro. Sobrepus com o sigilo da inteligência (positivo) de Júpiter. Arranjei os 5 sigilos positivos entorno de meu nome sigilado numa orientação em que se observa um pentagrama subliminar. Coloquei um círculo de proteção e o símbolo de Júpiter nos 4 cantos externos. Uni o sigilo de meu nome com o sigilo das Hespérides para que me protejam.


Ligando o positivo e o negativo coloquei o selo de Melek Taus:



Na parte negativa coloquei o sigilo que representa meus inimigos sobreposto sob o espírito (negativo) de Júpiter.

Coloquei 8 pontos de ataque ao sigilo que representa meus inimigos. 8 se refere à estrela do Caos, ou Caosfera.



Meus inimigos estão sendo atacados pelo arcano 9 de espadas, o enforcado, a torre e a morte. Estão sendo atacados pelos invencíveis Ciclopes e Hecatônquiros. Para completar os 8 pontos de ataque, um prego de caixão e uma apunhalada de faca.

Uni todos os elementos em um mesmo sigilo ou pantáculo.
Sobre pantáculos planetários:




Coloquei o selo do anjo de júpiter (Sachiel), do anjo de sagitário (Advachiel) e do anjo de peixes (Amintzel) ordenado em um triângulo subliminar. Triângulos são usados para materializar espíritos e daemons.

Coloquei as imagens de Júpiter, Coroa e Cabeça de Águia. Coloquei também o selo de Júpiter.






Resultado final:



Consagrando, imantando e despertando os sigilos.

1- Fazemos o Ritual Menor do Pentagrama banindo, o Ritual Maior do Pentagrama invocando, o Ritual Menor do Hexagrama invocando, e o Ritual Maior do Hexagrama invocando.

2- Melhor momento, Quinta-feira na hora de Júpiter.

3- Faça a invocação do Príncipe Tsadkiel.

3- Consagrar com os pentagramas dos elementos invocando.

4- Consagrar com o hexagrama de Júpiter e seu devido nome de poder invocando.

Ritual Menor do Pentagrama:


Ritual Maior do Pentagrama:


Ritual Menor do Hexagrama:


Ritual Maior do Hexagrama:


Como traçar pentagramas:


Hexagramas, como traçar e nomes de poder:



Vídeo sobre pentagramas:



Vídeo sobre Hexagramas:



Invocação ao Príncipe Tsadkiel:



Tsadkiel, Elohin Divino, da graça que organiza as forças do mundo,
Para melhor fluir com toda vossa capacidade de energia.
Em vossa eterna regência vinde a mim,
Para abençoar-me com a verdade, a tolerância,
E capacidade de distinguir, avaliar e discernir.

Amado Príncipe Tsadkiel,
Peço gentilmente a vossa clemência, para todas as pessoas de bem.
Nunca me deixai frágil contra meus inimigos,
E que eu possa suportar tudo com dignidade.
Senhor Tsadkiel, bondade, justiça e sublimação,
Que as regras da positivação,
Abençoem meus projetos, agora e sempre.
Amém.

Trace o hexagrama invocatório de Júpiter e seu nome de poder:



Trace os pentagramas e seus nomes de poder:



Pelo poder da terra, te dou materialidade! Emor Dial Hectega, Adonai! Pelo poder da água te dou vida, pois da água vem a vida! Empeh Arsel Gaiol, Al! Pelo poder do fogo animo seu espírito! Oip Teaa Pedoce, Elohim! Pelo poder do ar te sopro o sopro vital! Oro Ibah Aozpi, YhVh (Yod He Vau He)!

Resultado final:



Trabalhos espirituais à distância. Contato: eosphorusp@gmail.com

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Mensagem no meu perfil pessoal para contratar meus trabalhos:

Vídeo aula explicando esse material:



Referências bibliográficas:

1- "Três livros de filosofia oculta" - Henrique Cornélio Agrippa.

2- “The Complete Golden Dawn System Of Magic” do autor Israel Regardie.

3- “The key of Solomon the king” do autor S. Liddell MacGregor Mathers.

4- La Magie Celeste – Agrippa.

5- How to Meet and Work with your Spirit Guides – Andreus.

6- La Jerarquia, Los Angeles Solares y La Humanidad – Angladas.

7- The Practice of Magical Evocation – Bardon.

8- The Magus – Barret.

9- Glossário Teosófico – Blavatsky.

10- A magia egípcia – Budge.

11- Z’ev Bem Shimon, Kabbalah – Halivi.

12- Les Anges – Haziel.

13- Les Angeles Planetaires et les Jour de la Semaine – Haziel.

14- Le Grand Livre de Cabale Magique – Haziel.

15- A cabala – Papus.

16- La Magie Spirituaelle et Angèlique – Walker.

5 comentários:

  1. Muito otimo, vou ficar no aguardo dos outros cinco, vai ter sobre os outros cinco não e? Caramba vou ter o que praticar, estou ansioso para isso.

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    1. Exato, vai ter os outros 5. O próximo é Marte, quadrado de 5x5.

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  2. Yuri tudo bem? Estou enviando msg no seu face mais sem sucesso...tem alguma forma de falar com vc? Mandei email tbem...obrigada.

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  3. Este comentário foi removido pelo autor.

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