APÊNDICE
III – A NATUREZA DE BABALON
“É
uma prostituta real. Aren’tcha (não é)? – Algum pornô aleatório
Nossa força vital está além
de nossa personalidade. Nossa personalidade (ego) é um resultado de
experiência, programando, nossa alma, genéticos e outros fatores em combinação.
A personalidade nessa referência é chamada de uma casca. É nossa tarefa
integrar/destruir/alinhar nosso ego em direção a KIA. A casca é ou destruída
após a morte, subordinada ou permanece como uma forma de Quliphoth (em qualquer
parte).
Identificação completa com a
personalidade é o estado referido como “adormecido” e “Inferno”. Babalon é a
rainha dessas cascas (egos). Ela é a personificação da força do ego, mas porque
ela é sem ‘corpo’, ela não é falsa, mas é completamente vazia. Ela está
literalmente queimando em êxtase. Seu querer é de intoxicação contínua de ser,
que é o porquê ela é uma prostituta. Ela dá para todos sem restrição. Uma
vagabunda perfeita e portanto mais sagrada. Ela é para ser como uma succubus
para o mago: parceira, serva, familiar, instrumento, sedutora. Ela pode (quando
devidamente seduzida) transmutar a própria substância do ego. Através dela nós
chegamos à compreensão da natureza da consciência e da queda do homem. Sua taça
pode ser venenosa porque se o ego tem um pedaço de si mesmo, isso pode pensar a
si mesmo como real e nos transmutar verdadeiramente falso para falso ~ veneno
para veneno. Os magistas conscientemente são jogados de volta até a
não-consciência permitindo o anjo guiar nossas ações (embora guiar é uma
palavra inexata).
É quando essa virtude de
compreensão é ganhada pela vontade, que ELA se torna succubus (a taça). Foi
então durante esse curso que eu a fiz jurar para mim. Um estado enriquecido
pulsando também e de, ela jurou ao seu mestre e servo. Ela entende tudo disso,
mas como é verdade para sua urgência, ela tenta puxar o magista até seu
inferno... Ela é um transmutor. Após o despertar do grande profeta, quando
babilônia a grande deve cair, a revelação deve se tornar espontânea entre a
humanidade.
IV ALGUMAS NOTAS SOBRE “I”
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